Parte 2 – Taxista, Anita
14
de março de 2015 – 08:20
O taxista que Gustavo tinha pego ainda
estava no grande engarrafamento. Ele sem paciência olha no relógio e sai do
carro e caminha até onde estava o inicio. E lá na frente estava um acidente
muito feio. Dois carros capotados. E uma moça chorava lá na frente. Os carros
começam a pegar fogo. Ele corre até a moça e fala:
- O que está acontecendo moça!
- Meus pais estão lá dentro! A ambulância e
os bombeiros estão presos no engarrafamento e ninguém ajuda! E o carro pegou
fogo!
O taxista olha para o carro pegando fogo e
fala para a moça.
- Olha! Sobe em cima desse carro e tenta
dizer para os motoristas colocarem o carro no meio do mato e no acostamento. Eu
vou ver o que eu faço.
O homem corre até o carro. No outro estava um
casal de idosos que estavam presos. A parte da frente do carro esmagavam as
pernas deles. O moça sobe em cima do
carro e fala:
- Gente! Meus pais estão presos dentro
daqueles carros! E vão morrer se vocês não me ajudarem! Os carros da direta por
favor! Levem ele para o canto no meio do mato! A ambulância e os bombeiros
precisam passar!
O taxista entra dentro do carro capotado e
fala:
- Fiquem calmos! Eu vou tirar vocês dai!
A senhora fala triste.
- Estamos presos! Nos tire daqui!
O taxista olha a perna do idoso está presa.
Mas a velhinha poderia ser solta, estava presa apenas por causa do cinto de
segurança. Ele aperta para o engate do cinto e solta a velhinha. Ele puxa ela.
- Não! Ricardo! – Grita a velhinha ao ser
arrastada para fora do carro.
- Flávia! – Grita o velhinho antes que o
carro explode.
O taxista abraçado a velhinha vê o carro se
consumindo em chamas atrás dele. A menina em cima do carro desse assim que os
bombeiros e a ambulância chega graças a passagem que os outros motoristas
tinham dado.
Ela desce de cima do carro aos berros:
- Pai!!!
Ela corre e abraça a mãe. O taxista deixa Flávia
nos braços da filha e se levanta assustado.
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