Capítulo 2

Sofia e Miguel descem as compridas escadas da estação de metrô. Realmente não estava tão cheia de gente como costumava ter. Mas tinha pessoas caminhando de todos os lados. Vendedores ambulantes de doces.
Miguel idêntica um banco para eles se sentarem, e puxa a esposa até lá. No Banco imendado por três poltronas de plástico, que era colocado junto de uma parede, aonde tinha um mapa de três estações centrais aonde o metrô passava. E umas dez estações de alimentação.
Miguel mostra para Sofia aonde eles iriam. Da estação central Rio Azul, aonde eles estavam, até a estação central Terra Vermelha. E de la para a estação de alimentação Pedra D'água.
- Você decorou esse caminho todo Miguel? Não sei se daria conta.
- Mas é fácil. Rio Azul, Terra Vermelha e Pedra D'água.
De repente um metrô passa rapidamente pelos trilhos do túnel escurecido.
Sofia olha com medo para o lugar e aperta a mão do marido.
- Acho que não vai ser tão divertido como pensei. Esses túneis escuros está dando um medo.
- Não se preocupe. Eu estou aqui para te salvar de qualquer coisa meu amor.
De repente outro metrô passa pelo túnel, mas esse para de frente ao casal.
Miguel se levanta falando:
- Vamos? É esse.
Sofia ao entrar dentro do metrô aperta a mão do marido mais forte.
- O que foi Sofia? - Diz Miguel procurando uma cadeira vazia juntas para os dois. - Nunca foi de ter medo. Sempre foi mais corajosa até do que eu.
- Só um pressentimento ruim. Só isso. Vamos nos sentar. - Fala Sofia vendo a porta do metrô se fechar.
Miguel olha novamente para as cadeiras e só encontra cadeiras separadas. Sofia larga a mão do marido rindo.
_ Eu sei que você não vive sem mim Miguel. Mas dessa vez não temos escolha.
Sofia se senta em uma cadeira do lado de uma senhora gordinha. E Miguel se senta apreensivo numa cadeira que ficava de costas para a frente do metrô e de frente para a esposa, mas de uma distância de uns cinco metros. O vagão logo fica com todas as cadeiras lotadas e algumas pessoas em pé também. E o metrô com um solavanco sai.
Miguel estava preocupado. Sofia nunca foi disso de pressentimentos. E agora estava lá, como se nada tivesse acontecido, conversando com a senhora sobre receita de bolo.
Sofia era ótima esposa, ótima dona de casa, ótima mãe e uma ótima companhia. Miguel jamais ia deixar ela ir. De repente Miguel pega no sono...

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